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Descrição
Vendo livro "17 anos em campos de concentração soviéticos" de Andrée Sentaurens editado por editorial Aster em 1964.
SINOPSE:
Andrée Sentaurens nasceu em 1907 em Mont-de-Marsan (França), de uma família de camponeses. Aos 19 anos casou com um membro do consulado da URSS em Paris. Quando o marido é chamado à Rússia, em 1930, Andrée acompanha-o. O espectáculo da União Soviética a braços com a crise económica e habitacional é a sua primeira desilusão.
De facto, mal foi recebida na embaixada, só via medo e cobardia por toda a parte. Medo da polícia política, cobardia geral em relação aos métodos e meios de perseguição. O próprio marido torna-se-lhe incompatível. Divorcia-se e, passado algum tempo, passa a viver com um professor universitário suspeito do regime, preso em 1937 na altura das grandes purgas. Dias depois é a sua vez.
Começaram 17 anos de martírio. Andrée Sentaurens entra nos campos de trabalhos forçados de Estaline. Peregrinará de Campo em Campo, conhecendo os extremos do infortúnio. O mundo reduz-se a duas espécies de pessoas: os funcionários desumanos, e as vitimas. Aqueles, impelidos mais pelo medo que pela convicção; estes, repartindo entre si ajuda e afeição, num esforço de sobrevivência.
Ao longo de todas as provações, Andrée Sentaurens dá provas de uma coragem que espanta. Cheia de aprumo e sentido de honra, é igualmente fina observadora. O quadro que nos dá da Rússia, do bom povo russo, da bondade e entre-ajuda dos infelizes «concentrados» e da dureza do regime soviético, especialmente durante o Consulado de Estaline, são de uma verdade absoluta.
Sem ser de modo nenhum uma escritora, Andrée Sentaurens sabe amoldar a palavra escrita ao seu intuito de narradora, e oferece-nos um documento vivo, em que a mais pesada cerração é rasgada por sinais de esperança e até de bom humor.
SINOPSE:
Andrée Sentaurens nasceu em 1907 em Mont-de-Marsan (França), de uma família de camponeses. Aos 19 anos casou com um membro do consulado da URSS em Paris. Quando o marido é chamado à Rússia, em 1930, Andrée acompanha-o. O espectáculo da União Soviética a braços com a crise económica e habitacional é a sua primeira desilusão.
De facto, mal foi recebida na embaixada, só via medo e cobardia por toda a parte. Medo da polícia política, cobardia geral em relação aos métodos e meios de perseguição. O próprio marido torna-se-lhe incompatível. Divorcia-se e, passado algum tempo, passa a viver com um professor universitário suspeito do regime, preso em 1937 na altura das grandes purgas. Dias depois é a sua vez.
Começaram 17 anos de martírio. Andrée Sentaurens entra nos campos de trabalhos forçados de Estaline. Peregrinará de Campo em Campo, conhecendo os extremos do infortúnio. O mundo reduz-se a duas espécies de pessoas: os funcionários desumanos, e as vitimas. Aqueles, impelidos mais pelo medo que pela convicção; estes, repartindo entre si ajuda e afeição, num esforço de sobrevivência.
Ao longo de todas as provações, Andrée Sentaurens dá provas de uma coragem que espanta. Cheia de aprumo e sentido de honra, é igualmente fina observadora. O quadro que nos dá da Rússia, do bom povo russo, da bondade e entre-ajuda dos infelizes «concentrados» e da dureza do regime soviético, especialmente durante o Consulado de Estaline, são de uma verdade absoluta.
Sem ser de modo nenhum uma escritora, Andrée Sentaurens sabe amoldar a palavra escrita ao seu intuito de narradora, e oferece-nos um documento vivo, em que a mais pesada cerração é rasgada por sinais de esperança e até de bom humor.
ID: 650036284
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Publicado 21 de maio de 2026
17 anos em Campos de Concentração Soviéticos – Andrée Sentaurens
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