Particular
Tipo: Drama
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Descrição
Livro em excelente estado, antiguidade, raridade
Uma obra prima do Prémio Nobel Camilo José Cela
A Família de Pascual Duarte
de Camilo José Cela
Edição: Estúdios Cor, 1952
SINOPSE
A 15 de fevereiro de 1937, Pascual Duarte, condenado à morte por matricídio, envia um manuscrito a um conhecido, relatando a sua vida e os seus feitos criminosos. Trata-se de uma confissão pública, mas, acima de tudo, uma tentativa de justificar tanta crueldade.
As violências de Pascual Duarte foram, por ordem cronológica, o ter ferido Zacarias numa disputa, morto à navalhada a égua que arreou na sua própria mulher, morto a tiro a cadela Chispa porque incomodava a sua vista, morto «El Estirao» a golpes, morto a sua mãe à navalhada e assassinado o Conde de Torremejía. Pascual apenas se diz verdadeiramente culpado de dois destes crimes - porque o que o enfurece verdadeiramente, diz, são as vicissitudes da vida e os infortúnios absurdos.
Procura alguém a quem culpar, alguém em quem se possa vingar das injustiças do destino. Atormentado pelas mulheres que o rodeiam, Pascual não só demonstra intolerância quando a má sorte se revela de uma crueza extrema - ao tirar-lhe os dois filhos, a primeira mulher e o irmão -, como vê nos seus crimes uma forma de repor a ordem na vida.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Existe um espaço secreto para Cela no seu melhor, como um dos grandes estilistas da prosa plural de Espanha – um homem que escreve perigosamente.»
Roberto Bolaño
«Não é de admirar que a censura francesa desaprove os romances de Cela. As suas filiações literárias são as mais radicais; eles estão com Camus e Sartre, com Morávia, com Zola e o naturalismo francês.»
Saul Bellow
«Se há algum romancista espanhol que merece o Prémio Nobel apenas pelo mérito da experimentação narrativa, é sem dúvida Camilo José Cela.»
The Nation
Uma obra prima do Prémio Nobel Camilo José Cela
A Família de Pascual Duarte
de Camilo José Cela
Edição: Estúdios Cor, 1952
SINOPSE
A 15 de fevereiro de 1937, Pascual Duarte, condenado à morte por matricídio, envia um manuscrito a um conhecido, relatando a sua vida e os seus feitos criminosos. Trata-se de uma confissão pública, mas, acima de tudo, uma tentativa de justificar tanta crueldade.
As violências de Pascual Duarte foram, por ordem cronológica, o ter ferido Zacarias numa disputa, morto à navalhada a égua que arreou na sua própria mulher, morto a tiro a cadela Chispa porque incomodava a sua vista, morto «El Estirao» a golpes, morto a sua mãe à navalhada e assassinado o Conde de Torremejía. Pascual apenas se diz verdadeiramente culpado de dois destes crimes - porque o que o enfurece verdadeiramente, diz, são as vicissitudes da vida e os infortúnios absurdos.
Procura alguém a quem culpar, alguém em quem se possa vingar das injustiças do destino. Atormentado pelas mulheres que o rodeiam, Pascual não só demonstra intolerância quando a má sorte se revela de uma crueza extrema - ao tirar-lhe os dois filhos, a primeira mulher e o irmão -, como vê nos seus crimes uma forma de repor a ordem na vida.
CRÍTICAS DE IMPRENSA
«Existe um espaço secreto para Cela no seu melhor, como um dos grandes estilistas da prosa plural de Espanha – um homem que escreve perigosamente.»
Roberto Bolaño
«Não é de admirar que a censura francesa desaprove os romances de Cela. As suas filiações literárias são as mais radicais; eles estão com Camus e Sartre, com Morávia, com Zola e o naturalismo francês.»
Saul Bellow
«Se há algum romancista espanhol que merece o Prémio Nobel apenas pelo mérito da experimentação narrativa, é sem dúvida Camilo José Cela.»
The Nation
ID: 662082692
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Publicado 01 de fevereiro de 2026
A Família de Pascual Duarte, de Camilo José Cela
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