Profissional
Tipo: Filosofia
Descrição
A Revolução em Estado de Contestação, A Contestação em Estado de Revolução
de Fernando dos Santos Neves
( os Acontecimentos de Maio de 1968)
Com dedicatória e assinatura do Autor
K Editora - 2018
Capa mole
233 páginas
Estado de conservação - Capa : 5/5 Novo
Presença no mercado: muito raro
Entrego em mão em Lisboa nas seguintes zonas: Telheiras, Pontinha.
Envio pelos CTT para todo o País após pagamento por T.B ou MB Way, e envio em correio editorial. Convenientemente embalado.
Acresce os portes de envio em correio editorial.
Fernando dos Santos Neves, natural de Gondomar, Porto, é doutor em Filosofia, Ciências Sociais Aplicadas e Pensamento Contemporâneo.
Opinião de RUI BEBIANO
O ano de 1968 foi o mais turbulento do pós-guerra, carregado de acontecimentos inesperados, violentos, exaltantes ou trágicos: a ofensiva do Tet no Vietname, o auge do movimento pacifista contra o apoio dos EUA a Saigão, a explosão por todo o lado da contestação estudantil, a afirmação do Movimento de Libertação das Mulheres e do fenómeno da contra-cultura, a Primavera de Praga, as barricadas de Paris, o assassinato de Martin Luther King e de Robert Kennedy, os protestos de Chicago contra o racismo, a invasão da Checoslováquia pelos tanques soviéticos, o massacre de 200 estudantes na cidade do México. Neste contexto, o que ocorreu em França poderia ser um episódio sonoro, é certo, mas curto e de limitado impacto; já o não será, todavia, se o olharmos como sinal de um tempo e prenúncio de algumas transformações.
A dimensão complexa do movimento tem levado a que na tentativa de o explicar se diga tudo e o seu contrário, observando-o como sintoma da doença do sistema universitário ou de uma mais geral "crise da civilização", passando pela sua associação à reconfiguração do mapa político tradicional, ao culto juvenil da revolta, à atracção do hedonismo, até à luta de classes "de um tipo novo", que supostamente colocava o estudante onde antes se encontrara o proletário. Raymond Aron considerou-o "acesso febril desprovido de objectivo", não mais que um juvenil "simulacro de revolução". Régis Debray viu-o como "contra-revolução conseguida", impondo o triunfo do consumismo sobre a moral libertária e abrindo a via para o triunfo do neoliberalismo. No sentido oposto, Edgar Morin identificou-o como "êxtase da História", explosão jubilatória de vitalidade que promoveu "uma viragem dos espíritos e das sensibilidades".
de Fernando dos Santos Neves
( os Acontecimentos de Maio de 1968)
Com dedicatória e assinatura do Autor
K Editora - 2018
Capa mole
233 páginas
Estado de conservação - Capa : 5/5 Novo
Presença no mercado: muito raro
Entrego em mão em Lisboa nas seguintes zonas: Telheiras, Pontinha.
Envio pelos CTT para todo o País após pagamento por T.B ou MB Way, e envio em correio editorial. Convenientemente embalado.
Acresce os portes de envio em correio editorial.
Fernando dos Santos Neves, natural de Gondomar, Porto, é doutor em Filosofia, Ciências Sociais Aplicadas e Pensamento Contemporâneo.
Opinião de RUI BEBIANO
O ano de 1968 foi o mais turbulento do pós-guerra, carregado de acontecimentos inesperados, violentos, exaltantes ou trágicos: a ofensiva do Tet no Vietname, o auge do movimento pacifista contra o apoio dos EUA a Saigão, a explosão por todo o lado da contestação estudantil, a afirmação do Movimento de Libertação das Mulheres e do fenómeno da contra-cultura, a Primavera de Praga, as barricadas de Paris, o assassinato de Martin Luther King e de Robert Kennedy, os protestos de Chicago contra o racismo, a invasão da Checoslováquia pelos tanques soviéticos, o massacre de 200 estudantes na cidade do México. Neste contexto, o que ocorreu em França poderia ser um episódio sonoro, é certo, mas curto e de limitado impacto; já o não será, todavia, se o olharmos como sinal de um tempo e prenúncio de algumas transformações.
A dimensão complexa do movimento tem levado a que na tentativa de o explicar se diga tudo e o seu contrário, observando-o como sintoma da doença do sistema universitário ou de uma mais geral "crise da civilização", passando pela sua associação à reconfiguração do mapa político tradicional, ao culto juvenil da revolta, à atracção do hedonismo, até à luta de classes "de um tipo novo", que supostamente colocava o estudante onde antes se encontrara o proletário. Raymond Aron considerou-o "acesso febril desprovido de objectivo", não mais que um juvenil "simulacro de revolução". Régis Debray viu-o como "contra-revolução conseguida", impondo o triunfo do consumismo sobre a moral libertária e abrindo a via para o triunfo do neoliberalismo. No sentido oposto, Edgar Morin identificou-o como "êxtase da História", explosão jubilatória de vitalidade que promoveu "uma viragem dos espíritos e das sensibilidades".
ID: 565503557
Contactar anunciante
xxx xxx xxx
Publicado 22 de fevereiro de 2026
A Revolução em Estado de Contestação de Fernando dos Santos Neves
15 €
Utilizador
Localização