Particular
Tipo: Poesia
Descrição
Correio normal para Portugal continental incluído
Correio Registrado para Portugal continental com acréscimo de 2,60€
Livro reencapado, ou seja, a capa e contracapa não são originais, só a lombada é original
Livro com manchas de sujidade e humidade
Lombada com desgaste e sinais de uso
Autor: Guerra Junqueiro
Ano: 1885, 1ª Edição
Impresso: Typ. Universal De Nogueira & Caceres
Editores: Alvarim Pimenta e Joaquim Antunes Leitão
Escrito na 2ª Página
Coleção de sátiras contra os dogmas e ritos do catolicismo. Publicada em 1885, esta é a obra mais popular e polémica de Guerra Junqueiro.
A obra, dedicada à memória de Guilherme de Azevedo e a Eça de Queirós, é um poema satírico que critica de forma mordaz a Igreja Católica, retratando-a como uma instituição obsoleta e hipócrita, com forte influência da literatura francesa.
O autor censura a deturpação do ideal cristão primitivo, o fanatismo religioso, o ritualismo oco, o jesuitismo, as superstições obscurantistas e o Vaticano. Apesar das suas críticas ferozes ao clero e à Igreja, Junqueiro não nega a existência de Deus, expressando a sua própria «crença robusta», que exalta valores humanistas e propõe uma espiritualidade mais autêntica, enquanto denuncia a exploração religiosa e a alienação promovida pela religião. Provocadora e polémica, tornou-se um marco da literatura portuguesa. Faz parte de um tríptico planeado pelo autor, que incluía A Morte de D. João, e que terminaria com Prometeu Libertado. O sucesso alcançado pela obra levou à publicação póstuma do último livro inacabado, em 1926, prefaciado pelo seu amigo Luís de Magalhães.
Correio Registrado para Portugal continental com acréscimo de 2,60€
Livro reencapado, ou seja, a capa e contracapa não são originais, só a lombada é original
Livro com manchas de sujidade e humidade
Lombada com desgaste e sinais de uso
Autor: Guerra Junqueiro
Ano: 1885, 1ª Edição
Impresso: Typ. Universal De Nogueira & Caceres
Editores: Alvarim Pimenta e Joaquim Antunes Leitão
Escrito na 2ª Página
Coleção de sátiras contra os dogmas e ritos do catolicismo. Publicada em 1885, esta é a obra mais popular e polémica de Guerra Junqueiro.
A obra, dedicada à memória de Guilherme de Azevedo e a Eça de Queirós, é um poema satírico que critica de forma mordaz a Igreja Católica, retratando-a como uma instituição obsoleta e hipócrita, com forte influência da literatura francesa.
O autor censura a deturpação do ideal cristão primitivo, o fanatismo religioso, o ritualismo oco, o jesuitismo, as superstições obscurantistas e o Vaticano. Apesar das suas críticas ferozes ao clero e à Igreja, Junqueiro não nega a existência de Deus, expressando a sua própria «crença robusta», que exalta valores humanistas e propõe uma espiritualidade mais autêntica, enquanto denuncia a exploração religiosa e a alienação promovida pela religião. Provocadora e polémica, tornou-se um marco da literatura portuguesa. Faz parte de um tríptico planeado pelo autor, que incluía A Morte de D. João, e que terminaria com Prometeu Libertado. O sucesso alcançado pela obra levou à publicação póstuma do último livro inacabado, em 1926, prefaciado pelo seu amigo Luís de Magalhães.
ID: 663845436
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Publicado 21 de dezembro de 2025
A Velhice do Padre do Padre Eterno, 1ª Edição (1885) Reencapada
80 €
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