Profissional
Descrição
António Ole - Corpo&Alma
Edição Sala 117 de 2017
“É o resultado de um certo tipo de reflexões, que vou deixando em cadernos de desenhos e apontamentos, muito próximas da minha vivência em Luanda”, explica. A partir de esquissos, de fragmentos e de algumas palavras, o artista angolano compôs a narrativa da exposição Corpo&Alma, abordando temas, sentimentos e conquistas, vividas entre avanços e recuos pessoais.
Ao longo da exposição na Galeria SALA 117, em dez desenhos, três grandes pinturas, um filme e uma instalação, o artista foi dando pistas sobre os assuntos que lhe são próximos. Entre eles, no meio do turbilhão, surge Corpo Fechado, uma reflexão sobre Luanda, a guerra, a corrupção, a doença e o mau-olhado. Há também um filme, realizado no Parque Nacional da Kissama, em Angola, na China e na Bélgica, ligado às questões ambientais, de proteção da natureza, no qual, através de uma linguagem muito poética, António Ole nos envolve numa dissertação sobre a natureza e a sorte da fauna animal.
Nascido em Luanda em 1951, António Ole é um dos nomes maiores da Artes Angolana, tendo sido o representante de Angola na 57ª edição da Bienal de Veneza onde apresentou o projeto “Magnetic Memory / Historical Resonance”.
António Ole desenvolveu uma obra que vai da escultura à instalação, da pintura e colagem ao desenho e da fotografia ao filme. Com formação em Cinema, pelo American Film Institute de Los Angeles e em Cultura Afro-Americana pela Universidade da Califórnia, realizou a sua primeira exposição em 1967 e desde a sua estreia internacional, no Museum of African American Art de Los Angeles, em 1984, apresentou os seus trabalhos em várias exposições, bienais e festivais um pouco por todo o mundo, designadamente em Havana, São Paulo, Sevilha, Berlim, Joanesburgo, Dakar ou Amesterdão.
Edição Sala 117 de 2017
“É o resultado de um certo tipo de reflexões, que vou deixando em cadernos de desenhos e apontamentos, muito próximas da minha vivência em Luanda”, explica. A partir de esquissos, de fragmentos e de algumas palavras, o artista angolano compôs a narrativa da exposição Corpo&Alma, abordando temas, sentimentos e conquistas, vividas entre avanços e recuos pessoais.
Ao longo da exposição na Galeria SALA 117, em dez desenhos, três grandes pinturas, um filme e uma instalação, o artista foi dando pistas sobre os assuntos que lhe são próximos. Entre eles, no meio do turbilhão, surge Corpo Fechado, uma reflexão sobre Luanda, a guerra, a corrupção, a doença e o mau-olhado. Há também um filme, realizado no Parque Nacional da Kissama, em Angola, na China e na Bélgica, ligado às questões ambientais, de proteção da natureza, no qual, através de uma linguagem muito poética, António Ole nos envolve numa dissertação sobre a natureza e a sorte da fauna animal.
Nascido em Luanda em 1951, António Ole é um dos nomes maiores da Artes Angolana, tendo sido o representante de Angola na 57ª edição da Bienal de Veneza onde apresentou o projeto “Magnetic Memory / Historical Resonance”.
António Ole desenvolveu uma obra que vai da escultura à instalação, da pintura e colagem ao desenho e da fotografia ao filme. Com formação em Cinema, pelo American Film Institute de Los Angeles e em Cultura Afro-Americana pela Universidade da Califórnia, realizou a sua primeira exposição em 1967 e desde a sua estreia internacional, no Museum of African American Art de Los Angeles, em 1984, apresentou os seus trabalhos em várias exposições, bienais e festivais um pouco por todo o mundo, designadamente em Havana, São Paulo, Sevilha, Berlim, Joanesburgo, Dakar ou Amesterdão.
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Publicado Hoje às 01:00
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