Particular
Tipo: Penal
Descrição
Apanha-me se Puderes
Como Vale e Azevedo ludibriou a justiça portuguesa
de António Pragal Colaço
Editor: Zebra Publicações
João Vale e Azevedo é uma figura que, pelo seu passado e pelo seu presente, já faz parte do imaginário e do anedotário nacional, quer pela forma como enganou e burlou centenas de pessoas em Portugal, quer, depois, pela maneira inacreditável como a justiça portuguesa o deixou abandonar o País rumo ao Reino Unido, de onde agora não o conseguem tirar para que seja obrigado a cumprir a sua pena.
Como é que é possível, após ver provados os seus crimes e após ter sido condenado, que tenha conseguido fugir do País para viver uma vida de luxo no estrangeiro? Como é que foi possível verificar-se um desfecho tão insólito para um caso que marcou - e marca ainda hoje - a actualidade jurídica e judicial em Portugal? Pragal Colaço, advogado que conhece como ninguém os contornos e meandros das artimanhas levadas a cabo por João Vale e Azevedo - e, ao que tudo indica, pela sua mulher - ajuda-nos a tentar perceber melhor uma história que, ainda hoje, carece de uma explicação mais aceitável e verosímil aos olhos da opinião pública.
Começando pela delapidação do património do Benfica, onde se contam as burlas com os jogadores Kandaurov, Poborsky, Scott Minto, Gary Charles, Tahar e Amaral, bem como a conta corrente putativa com o clube, passamos depois pelo caso da JFI International Yachts Limited como capa da propriedade do famoso iate Lucky Me. Depois, as falsas garantias PMRE e SWISS RE prestadas ao Estado, ao BPN, e a tudo o que se mexia; a V&A Capital Limited e a continuação em Inglaterra das suas actividades de burla; a Sipp Holding e Sippor Holding, no Luxemburgo, como bastiões do seu cofre-forte; o engano à Unita e ao Barão Hans Georg Von Doernberg, bisneto de um dirigente da Gestapo; o engano e a sentença em Inglaterra do caso Finurba… Nada fica de fora neste livro que parece ficção, parece comédia, mas infelizmente é mesmo um caso real deste nosso Portugal cada vez mais insólito.
Atenção: O livro por ser usado, poderá ou não ter assinaturas de posse, manchas, anotações ou outro género de marcas de uso.
Se não for possivel observar através das fotos, questione se assim o entender.
Entrego em mão na zona da Lourinhã.
Envio em correio editorial ou em correio registado com custos a cargo do comprador.
Poderá pagar por mbway ou transferência bancária.
Boas leituras!
Como Vale e Azevedo ludibriou a justiça portuguesa
de António Pragal Colaço
Editor: Zebra Publicações
João Vale e Azevedo é uma figura que, pelo seu passado e pelo seu presente, já faz parte do imaginário e do anedotário nacional, quer pela forma como enganou e burlou centenas de pessoas em Portugal, quer, depois, pela maneira inacreditável como a justiça portuguesa o deixou abandonar o País rumo ao Reino Unido, de onde agora não o conseguem tirar para que seja obrigado a cumprir a sua pena.
Como é que é possível, após ver provados os seus crimes e após ter sido condenado, que tenha conseguido fugir do País para viver uma vida de luxo no estrangeiro? Como é que foi possível verificar-se um desfecho tão insólito para um caso que marcou - e marca ainda hoje - a actualidade jurídica e judicial em Portugal? Pragal Colaço, advogado que conhece como ninguém os contornos e meandros das artimanhas levadas a cabo por João Vale e Azevedo - e, ao que tudo indica, pela sua mulher - ajuda-nos a tentar perceber melhor uma história que, ainda hoje, carece de uma explicação mais aceitável e verosímil aos olhos da opinião pública.
Começando pela delapidação do património do Benfica, onde se contam as burlas com os jogadores Kandaurov, Poborsky, Scott Minto, Gary Charles, Tahar e Amaral, bem como a conta corrente putativa com o clube, passamos depois pelo caso da JFI International Yachts Limited como capa da propriedade do famoso iate Lucky Me. Depois, as falsas garantias PMRE e SWISS RE prestadas ao Estado, ao BPN, e a tudo o que se mexia; a V&A Capital Limited e a continuação em Inglaterra das suas actividades de burla; a Sipp Holding e Sippor Holding, no Luxemburgo, como bastiões do seu cofre-forte; o engano à Unita e ao Barão Hans Georg Von Doernberg, bisneto de um dirigente da Gestapo; o engano e a sentença em Inglaterra do caso Finurba… Nada fica de fora neste livro que parece ficção, parece comédia, mas infelizmente é mesmo um caso real deste nosso Portugal cada vez mais insólito.
Atenção: O livro por ser usado, poderá ou não ter assinaturas de posse, manchas, anotações ou outro género de marcas de uso.
Se não for possivel observar através das fotos, questione se assim o entender.
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Boas leituras!
ID: 668924593
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Publicado 25 de maio de 2026
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