Particular
Tipo: Crónicas
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Descrição
Autor: Eduardo LOURENÇO (n. 1923 - f. 2020)
Titulo: Do Colonialismo como Nosso Impensado
Local da edição: Lisboa
Editora: Gradiva
Ano da edição: 2014
Organização e Prefácio: Margarida Calafate Ribeiro e Roberto Vechi
Nº de páginas: 348 pp.
Dimensões: 21 cm x 13,5 cm
1ª edição`
Colecção: Obras de Eduardo Lourenço
Tema: Ensaios sobre o colonialismo português
Estado do livro: Livro em bom estado. Contém assinatura de posse no frontispício.
Portes em correio editorial grátis.
Pagamento por transferência bancaria, multibanco ou mbway
...
Da contracapa:
«Deste naufrágio de um povo toda a gente se lembra, excepto os portugueses. Das epopeias que perduram neste país tão folclórico nem uma página o relembra. A História trágico-marítima é a dos portugueses devorados pelo mar e pelos autóctones. Este espantoso silêncio esconde a aventura colonial, a mais pura de toda a história. Tão pura que hesitamos chamá-la colonialista. E, no entanto, ela é certamente uma entre outras, a primeira e a última ainda de pé, sob a indiferença dos trópicos e o esquecimento do mundo. Este esquecimento faz-nos pensar, mas explica-se. Portugal não foi o único país a deixar-se esquecer desta maneira. No tempo das Grandes Descobertas, a importância cósmica desta aventura escondia aos olhos da Europa o colonialismo nascente. Mais tarde, a mesma Europa teve também demasiado interesse em esconder, em conjunto, este colonialismo.»
Titulo: Do Colonialismo como Nosso Impensado
Local da edição: Lisboa
Editora: Gradiva
Ano da edição: 2014
Organização e Prefácio: Margarida Calafate Ribeiro e Roberto Vechi
Nº de páginas: 348 pp.
Dimensões: 21 cm x 13,5 cm
1ª edição`
Colecção: Obras de Eduardo Lourenço
Tema: Ensaios sobre o colonialismo português
Estado do livro: Livro em bom estado. Contém assinatura de posse no frontispício.
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Da contracapa:
«Deste naufrágio de um povo toda a gente se lembra, excepto os portugueses. Das epopeias que perduram neste país tão folclórico nem uma página o relembra. A História trágico-marítima é a dos portugueses devorados pelo mar e pelos autóctones. Este espantoso silêncio esconde a aventura colonial, a mais pura de toda a história. Tão pura que hesitamos chamá-la colonialista. E, no entanto, ela é certamente uma entre outras, a primeira e a última ainda de pé, sob a indiferença dos trópicos e o esquecimento do mundo. Este esquecimento faz-nos pensar, mas explica-se. Portugal não foi o único país a deixar-se esquecer desta maneira. No tempo das Grandes Descobertas, a importância cósmica desta aventura escondia aos olhos da Europa o colonialismo nascente. Mais tarde, a mesma Europa teve também demasiado interesse em esconder, em conjunto, este colonialismo.»
ID: 672868457
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Publicado 14 de agosto de 2026
"Do Colonialismo como Nosso Impensado" de Eduardo Lourenço
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