Particular
Descrição
Chikamatsu Monogatari/ A Story From Chikamatsu
Realizado por Kenji Mizoguchi
Quioto, no século XVIII. Osan, a esposa do grande impressor do Palácio Imperial pede a Mohei, o empregado predilecto do seu marido, que lhe consiga um empréstimo para ajudar a sua família. Mohei, que ama Osan em segredo, pretende utilizar o selo do impressor para conseguir o dinheiro . Quando a sua tentativa de falsificação é descoberta, Mohei confessa o que fez ao patrão.
Devido a várias circunstâncias, Osan é encontrada num quarto junto a Mohei. Comprometida, embora inocente, desiludida com as infidelidades do seu marido, Osan prefere abandonar a sua casa. Mohei foge com ela e, apesar da diferença de estatuto social, acaba por confessar-lhe o seu amor...
"Utilizando com requinte todos os recursos a imagem a preto-e-branco, Mizoguchi conta-nos esta história de um modo magistral, fazendo sobressair a sua simplicidade trágica. Os gestos possuem sempre uma grande nobreza, os sentimentos são expressados com grande pudor, Osan é, no seu quimono do século XVIII, uma mulher viva, simples e honesta, que nos faz reconhecer a universalidade e a profunda humanidade do talento de Mizoguchi.
Extremamente felizes e infelizes, "os amantes crucificados" transgridem as leis do seu universo social e estão acima de qualquer julgamento. São retratados como os únicos dois seres verdadeiramente vivos do filme e, por isso mesmo, fascinam tanto as outras personagens da intriga como os espectadores.
A arte, a certeza e a determinação com os quais Mizoguchi transmite este fascínio com enquadramentos, a qualidade da imagem ou a representação dos actores, fazem dele um cineasta por excelência.
É um contemporâneo na eternidade de Goethe ou de Shakespeare.
Extras: As fontes literárias * contexto histórico * comentários do argumentista * análises críticas
PORTES NÃO INCLUÍDOS
Realizado por Kenji Mizoguchi
Quioto, no século XVIII. Osan, a esposa do grande impressor do Palácio Imperial pede a Mohei, o empregado predilecto do seu marido, que lhe consiga um empréstimo para ajudar a sua família. Mohei, que ama Osan em segredo, pretende utilizar o selo do impressor para conseguir o dinheiro . Quando a sua tentativa de falsificação é descoberta, Mohei confessa o que fez ao patrão.
Devido a várias circunstâncias, Osan é encontrada num quarto junto a Mohei. Comprometida, embora inocente, desiludida com as infidelidades do seu marido, Osan prefere abandonar a sua casa. Mohei foge com ela e, apesar da diferença de estatuto social, acaba por confessar-lhe o seu amor...
"Utilizando com requinte todos os recursos a imagem a preto-e-branco, Mizoguchi conta-nos esta história de um modo magistral, fazendo sobressair a sua simplicidade trágica. Os gestos possuem sempre uma grande nobreza, os sentimentos são expressados com grande pudor, Osan é, no seu quimono do século XVIII, uma mulher viva, simples e honesta, que nos faz reconhecer a universalidade e a profunda humanidade do talento de Mizoguchi.
Extremamente felizes e infelizes, "os amantes crucificados" transgridem as leis do seu universo social e estão acima de qualquer julgamento. São retratados como os únicos dois seres verdadeiramente vivos do filme e, por isso mesmo, fascinam tanto as outras personagens da intriga como os espectadores.
A arte, a certeza e a determinação com os quais Mizoguchi transmite este fascínio com enquadramentos, a qualidade da imagem ou a representação dos actores, fazem dele um cineasta por excelência.
É um contemporâneo na eternidade de Goethe ou de Shakespeare.
Extras: As fontes literárias * contexto histórico * comentários do argumentista * análises críticas
PORTES NÃO INCLUÍDOS
ID: 670636108
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Publicado 06 de setembro de 2026
Dvd Os Amantes Crucificados - drama histórico - selado - extras
47,50 €
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