Particular
Descrição
Ugetsu Monogatari/ Ugetsu
Realizado por Kenji Mizoguchi
Japão no século XVI. Dois casais de aldeãos são apanhados no meio da guerra civil e partem para a cidade. Kenjuro, o oleiro, encontra a Princesa Wakasa no mercado e apaixona-se perdidamente por ela. Ela leva-o para a sua mansão. Mas Kenjuro aprenderá à sua custa a desconfiar das aparências.
Quanto a Tabei, o agricultor, abandonando a sua mulher, que acabará por prostituir-se, procura tornar-se num samurai para se cobrir de glória fictícia...
A obra-prima de Mizoguchi, a obra-prima do cinema japonês e um dos filmes mais belos da história do cinema. Aqui convergem e unem-se as tendências mais opostas da arte e as mais diversas fontes de inspiração. É impossível enumerar todas as suas virtudes, pois, de qualquer ponto de vista que se analise a obra, há sempre algo a elogiar, além da sua capacidade conciliatória. Por um lado temos o mito grego de Odisseu e, pelo outro, a lenda celta de Lancelot, um dos mais belos poemas de amor, um dos contos mais eloquentes alguma vez escritos sobre a renúncia e a fidelidade, um hino à união, mas ao mesmo tempo, também à diversidade das aparências.
A descrição é imponente para restituir uma arte visual que só se pode comparar à de Mozart na música. Quando a sensibilidade do artista se une a este grau de perfeição, numa arte que nos apaixona a todos e ao verdadeiro génio de uma civilização, só nos resta deixarmo-nos levar e encantar. Esquecemos o cinema, esquecemos o Japão e pensamos só que encontrámos a mais pura das belezas.
Extras: Contexto histórico * comentários do argumentista * críticas * biografia * obras da mesma colecção
PORTES NÃO INCLUÍDOS
Realizado por Kenji Mizoguchi
Japão no século XVI. Dois casais de aldeãos são apanhados no meio da guerra civil e partem para a cidade. Kenjuro, o oleiro, encontra a Princesa Wakasa no mercado e apaixona-se perdidamente por ela. Ela leva-o para a sua mansão. Mas Kenjuro aprenderá à sua custa a desconfiar das aparências.
Quanto a Tabei, o agricultor, abandonando a sua mulher, que acabará por prostituir-se, procura tornar-se num samurai para se cobrir de glória fictícia...
A obra-prima de Mizoguchi, a obra-prima do cinema japonês e um dos filmes mais belos da história do cinema. Aqui convergem e unem-se as tendências mais opostas da arte e as mais diversas fontes de inspiração. É impossível enumerar todas as suas virtudes, pois, de qualquer ponto de vista que se analise a obra, há sempre algo a elogiar, além da sua capacidade conciliatória. Por um lado temos o mito grego de Odisseu e, pelo outro, a lenda celta de Lancelot, um dos mais belos poemas de amor, um dos contos mais eloquentes alguma vez escritos sobre a renúncia e a fidelidade, um hino à união, mas ao mesmo tempo, também à diversidade das aparências.
A descrição é imponente para restituir uma arte visual que só se pode comparar à de Mozart na música. Quando a sensibilidade do artista se une a este grau de perfeição, numa arte que nos apaixona a todos e ao verdadeiro génio de uma civilização, só nos resta deixarmo-nos levar e encantar. Esquecemos o cinema, esquecemos o Japão e pensamos só que encontrámos a mais pura das belezas.
Extras: Contexto histórico * comentários do argumentista * críticas * biografia * obras da mesma colecção
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ID: 670636046
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Publicado 08 de julho de 2026
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