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Descrição
Edição Original (1828): Primeira edição, impressa em Madrid (embora existam indícios de que possa ter sido secretamente produzida em Londres devido à censura), é considerada muito rara.
José Joaquim Ferreira de Moura (Vila Nova de Foz Coa, 1776 — 1829) foi um magistrado, diplomata e político que fez parte da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino que se seguiu à Revolução Liberal do Porto e das Cortes Constituintes de 1821. Membro da loja maçónica Fortaleza (1820). Foi pai de João António Lobo de Moura, 1.º visconde de Moura.
Diccionario d'Algibeira
Filosófico, Político, Moral que dá de Certas Palavras a sua Noçaõ Verdadeira
Autor: José Joaquim Ferreira de Moura, 1776, 1829
Madrid, s.d., ( 1828 ) Na Officina da Junta Apostolica
Com 121 páginas. Encadernação em capa dura, com lombada em pele.
Amigo. ( Da moda..) He o que janta à nossa meza, o que joga e passêa comnosco, o que nos pede dinheiro emprestado, o que aconpaha as nossas mulheres ao passeo e ao theatro ( se ellas são bonitas ) - e que foge da nossa prezença logo que nos vê n´algum infortunio.
Madrid (embora existam indícios de que possa ter sido secretamente produzida em Londres devido à censura), é considerada muito rara.
O "Diccionario d'Algibeira Filosófico, Político e Moral", atribuído a José Joaquim Ferreira de Moura, é uma obra de 1828 que desperta grande interesse histórico e ideológico por ser uma peça de combate político.
O seu interesse principal reside em:
Escrito no contexto das lutas entre liberais e absolutistas em Portugal, o dicionário procura dar a "noção verdadeira" de certas palavras que, segundo o autor, tinham o seu sentido deturpado pelas "revoluções".
Embora indique "Madrid" na folha de rosto, acredita-se ter sido impresso em Londres, centro da intelectualidade liberal portuguesa exilada durante o reinado de D. Miguel.
Para investigadores, a obra é um excelente exemplo de como a linguagem foi utilizada como arma política para redefinir conceitos como "liberdade", "constituição" e "povo" durante o século XIX em Portugal.
José Joaquim Ferreira de Moura (Vila Nova de Foz Coa, 1776 — 1829) foi um magistrado, diplomata e político que fez parte da Junta Provisional do Governo Supremo do Reino que se seguiu à Revolução Liberal do Porto e das Cortes Constituintes de 1821. Membro da loja maçónica Fortaleza (1820). Foi pai de João António Lobo de Moura, 1.º visconde de Moura.
Diccionario d'Algibeira
Filosófico, Político, Moral que dá de Certas Palavras a sua Noçaõ Verdadeira
Autor: José Joaquim Ferreira de Moura, 1776, 1829
Madrid, s.d., ( 1828 ) Na Officina da Junta Apostolica
Com 121 páginas. Encadernação em capa dura, com lombada em pele.
Amigo. ( Da moda..) He o que janta à nossa meza, o que joga e passêa comnosco, o que nos pede dinheiro emprestado, o que aconpaha as nossas mulheres ao passeo e ao theatro ( se ellas são bonitas ) - e que foge da nossa prezença logo que nos vê n´algum infortunio.
Madrid (embora existam indícios de que possa ter sido secretamente produzida em Londres devido à censura), é considerada muito rara.
O "Diccionario d'Algibeira Filosófico, Político e Moral", atribuído a José Joaquim Ferreira de Moura, é uma obra de 1828 que desperta grande interesse histórico e ideológico por ser uma peça de combate político.
O seu interesse principal reside em:
Escrito no contexto das lutas entre liberais e absolutistas em Portugal, o dicionário procura dar a "noção verdadeira" de certas palavras que, segundo o autor, tinham o seu sentido deturpado pelas "revoluções".
Embora indique "Madrid" na folha de rosto, acredita-se ter sido impresso em Londres, centro da intelectualidade liberal portuguesa exilada durante o reinado de D. Miguel.
Para investigadores, a obra é um excelente exemplo de como a linguagem foi utilizada como arma política para redefinir conceitos como "liberdade", "constituição" e "povo" durante o século XIX em Portugal.
ID: 668367637
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Publicado hoje às 15:55
Edição Original (1828):; Diccionario d'Algibeira Filosófico, Político
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