Particular
Ano: 1992
Modelo: Civic
Cilindrada: 1.600
Combustível: Gasolina
Potência: 160
Quilómetros: 184.000 km
Tipo de Caixa: Manual
Condição: Usado
Portas: 1-3
Origem: Nacional
Descrição
Honda Civic EG6 VTi de 1992, está na minha posse há 9 anos. Está parado na garagem há 3/4 anos, daí a venda.
Comprei-o a um senhor de idade (sim, é verdade) com 100.000 km. O senhor disse-me que o tinha comprado ao chefe/patrão dele, que era piloto de aviões (se bem me lembro), com cerca de 40/50.000 km.
Sempre original. Nas mãos do senhor a quem o comprei, nunca tinha aberto um VTEC. Nas minhas mãos, alterei a linha de escape para uma em inox (estava na moda). A panela é original, porém, acho que, na altura, quem me fez a linha colocou um tubo dentro da panela (ou algo do género) até à saída final. Conclusão: tenho a linha original guardada, porém, a panela e o tubo de escape já não são 100% originais.
Coloquei também, na altura, uma puxada de ar (também estava na moda), mas não fiz qualquer buraco no para-choques. Está ainda colocada, é só retirar.
Também tirei as palas das rodas de trás (à frente não trazia), mas também as tenho guardadas.
Coloquei umas molas mais baixas, nada de mais, acho que são de 3 cm. Tenho também as molas originais guardadas.
Retirei também umas caixas de ar que tinha. Também as tenho guardadas.
Quem não gosta de ouvir um VTEC a fazer a sua sinfonia? Eu gostava, daí ter feito essas alterações.
Quem me conhece sabe que nunca fui pessoa de arranques, corridas ou nada desse tipo. Sempre estimei bastante o carro.
NUNCA fiz um “marcha-atrás - primeira”. Porém, abri alguns VTEC, como podem imaginar, mas uma coisa é certa: se abri umas 20 vezes em 5 anos que conduzi o carro, foi muito. Até porque eu emigrava no inverno e só conduzia o carro no verão.
A pintura está nova, pois, meses antes de parar o carro, mandei-o pintar.
Pontos negativos:
* Não tem rádio.
* O banco do condutor tem um pequeno rasgo, que foi cosido com linha de pesca para não se notar tanto.
* O teto de abrir, ao abrir todo, faz um pequeno barulho.
* Tem um ponto de ferrugem no teto de abrir.
* O encaixe do porta-luvas está partido.
* A antena do carro não encolhe e precisa de ser arranjada a parte de plástico onde supostamente se move para cima e para baixo.
* Se me lembro bem, precisa de um rolamento de encosto (quando piso na embraiagem, deixa de fazer barulho). Se me lembro, era isso.
* Um dos faróis dianteiros também não é original.
* Tem alguns riscos na parte da mala.
De resto, sempre fiz as manutenções antes do tempo. Para comprovar (que pode não comprovar nada, mas é a minha palavra, acredita quem quiser), tenho um pequeno bloco de notas que me foi dado quando comprei o carro, no qual estão descritas todas as intervenções do anterior dono, tendo eu depois dado continuidade ao mesmo, como se pode comprovar na última fotografia.
E, com bastante pena minha, como devem imaginar, irei vender o carro pelo preço acima descrito, preço esse fixo. Caso não o venda, ficará mais uns anos em casa, até, quem sabe, eu um dia ter condições para usufruir dele.
E sim, existe algum valor sentimental no preço. Penso que seja legítimo.
A verdade é que não o quero vender, mas, por motivos de força maior, terei de o fazer e tenho de compreender que são só bens materiais.
Tapei a matrícula por motivos óbvios. Os quilómetros são reais, claro.
Não estou interessado em trocas.
Não mostro o carro a qualquer pessoa, somente a verdadeiros potenciais compradores, até porque o carro não está na minha zona de residência.
Já o tinha posto à venda há uns anos. Arrependi-me e retirei o anúncio. Espero arrepender-me outra vez e voltar a retirar o anúncio. Quando eu contar à mãe da minha filha que vendi o carro em que a conheci, ela só não vai pôr um término à relação porque isso já o fez.
Se tiverem mais alguma dúvida, por favor, não me perguntem, porque não quero falar mais sobre o carro.
Um bem-haja.
Comprei-o a um senhor de idade (sim, é verdade) com 100.000 km. O senhor disse-me que o tinha comprado ao chefe/patrão dele, que era piloto de aviões (se bem me lembro), com cerca de 40/50.000 km.
Sempre original. Nas mãos do senhor a quem o comprei, nunca tinha aberto um VTEC. Nas minhas mãos, alterei a linha de escape para uma em inox (estava na moda). A panela é original, porém, acho que, na altura, quem me fez a linha colocou um tubo dentro da panela (ou algo do género) até à saída final. Conclusão: tenho a linha original guardada, porém, a panela e o tubo de escape já não são 100% originais.
Coloquei também, na altura, uma puxada de ar (também estava na moda), mas não fiz qualquer buraco no para-choques. Está ainda colocada, é só retirar.
Também tirei as palas das rodas de trás (à frente não trazia), mas também as tenho guardadas.
Coloquei umas molas mais baixas, nada de mais, acho que são de 3 cm. Tenho também as molas originais guardadas.
Retirei também umas caixas de ar que tinha. Também as tenho guardadas.
Quem não gosta de ouvir um VTEC a fazer a sua sinfonia? Eu gostava, daí ter feito essas alterações.
Quem me conhece sabe que nunca fui pessoa de arranques, corridas ou nada desse tipo. Sempre estimei bastante o carro.
NUNCA fiz um “marcha-atrás - primeira”. Porém, abri alguns VTEC, como podem imaginar, mas uma coisa é certa: se abri umas 20 vezes em 5 anos que conduzi o carro, foi muito. Até porque eu emigrava no inverno e só conduzia o carro no verão.
A pintura está nova, pois, meses antes de parar o carro, mandei-o pintar.
Pontos negativos:
* Não tem rádio.
* O banco do condutor tem um pequeno rasgo, que foi cosido com linha de pesca para não se notar tanto.
* O teto de abrir, ao abrir todo, faz um pequeno barulho.
* Tem um ponto de ferrugem no teto de abrir.
* O encaixe do porta-luvas está partido.
* A antena do carro não encolhe e precisa de ser arranjada a parte de plástico onde supostamente se move para cima e para baixo.
* Se me lembro bem, precisa de um rolamento de encosto (quando piso na embraiagem, deixa de fazer barulho). Se me lembro, era isso.
* Um dos faróis dianteiros também não é original.
* Tem alguns riscos na parte da mala.
De resto, sempre fiz as manutenções antes do tempo. Para comprovar (que pode não comprovar nada, mas é a minha palavra, acredita quem quiser), tenho um pequeno bloco de notas que me foi dado quando comprei o carro, no qual estão descritas todas as intervenções do anterior dono, tendo eu depois dado continuidade ao mesmo, como se pode comprovar na última fotografia.
E, com bastante pena minha, como devem imaginar, irei vender o carro pelo preço acima descrito, preço esse fixo. Caso não o venda, ficará mais uns anos em casa, até, quem sabe, eu um dia ter condições para usufruir dele.
E sim, existe algum valor sentimental no preço. Penso que seja legítimo.
A verdade é que não o quero vender, mas, por motivos de força maior, terei de o fazer e tenho de compreender que são só bens materiais.
Tapei a matrícula por motivos óbvios. Os quilómetros são reais, claro.
Não estou interessado em trocas.
Não mostro o carro a qualquer pessoa, somente a verdadeiros potenciais compradores, até porque o carro não está na minha zona de residência.
Já o tinha posto à venda há uns anos. Arrependi-me e retirei o anúncio. Espero arrepender-me outra vez e voltar a retirar o anúncio. Quando eu contar à mãe da minha filha que vendi o carro em que a conheci, ela só não vai pôr um término à relação porque isso já o fez.
Se tiverem mais alguma dúvida, por favor, não me perguntem, porque não quero falar mais sobre o carro.
Um bem-haja.
ID: 672768615
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Publicado 08 de agosto de 2026
Honda civic VTi EG6
15.000 €
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