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Ensaios SINGULARES   STEFAN ZWEIG - SIMONE WEIL- R. MUSIL- P. VALÉRY- J. SWIFT
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Relógio D'Água Editores
Colecção Ensaios Singulares
Formato: 108 x 163 mm

Um Mundo cada vez mais Monótono ... 4,80€
Stefan Zweig
40 págs.
Neste breve ensaio, Stefan Zweig revela uma visão particularmente lúcida sobre a propensão para a uniformização das sociedades.
Aborda um conjunto de processos que tendem a esbater as diferenças nacionais e regionais na dança, no vestuário, na literatura, na vida.
A sua tese é que tudo o que exige o mínimo de esforço físico e intelectual e acolhe a indiferença moral acaba por se tornar popular.
A sociedade digital acelerou esses processos, e quem hoje escolhe a independência e a originalidade parece ridículo aos olhos daqueles que os novos algoritmos transformam em partículas arrastadas por uma força que os ultrapassa.

A Pessoa e o Sagrado ... 6.00€
Simone Weil
Neste ensaio, Simone Weil explora o valor intrínseco e a sacralidade do ser humano, em contraste com as forças impessoais das coletividades e dos sistemas. Weil defende que cada indivíduo possui uma expetativa inata de ser objeto do bem — e não do mal —, e argumenta que é essa expetativa que o torna sagrado

Da Estupidez ... 5,50€
Robert Musil
“Todos nós somos estúpidos de vez em quando; de vez em quando, temos também de agir às cegas ou meio às cegas, sob pena de o mundo parar; e, se alguém quisesse deduzir dos perigos da estupidez a regra: ‘Abstém-te de julgar e de decidir em tudo em que não sejas suficientemente versado!’, ficaríamos paralisados! Mas esta situação, de que hoje se faz muito alarde, é semelhante a uma que há muito nos é familiar no domínio da razão. Pois, como o nosso saber e poder são incompletos, temos, no fundo, em todas as ciências, de emitir juízos apressados, mas esforçamo-nos, e foi o que aprendemos, por manter esta deficiência dentro de limites conhecidos e, oportunamente, corrigi-la, com o que o nosso agir ganha outra vez em correcção.”

O Balanço da Inteligência ... 5,50€
Paul Valéry
A interrupção, a incoerência, a surpresa são condições banais na nossa vida. Chegaram mesmo a tornar-se verdadeiras necessidades para muitos indivíduos, cujo espírito já só consegue alimentar-se, de certa forma, de variações bruscas e de estímulos constantemente renovados. As palavras «sensacional», «impressionante», que hoje empregamos corriqueiramente, são palavras que pintam o retrato de uma época. Já não toleramos a demora. Já não sabemos fecundar o tédio.

Edições Outubro 2025

Um Mundo cada vez mais Monótono ... 4,80€
Stefan Zweig
40 págs.
Neste breve ensaio, Stefan Zweig revela uma visão particularmente lúcida sobre a propensão para a uniformização das sociedades.
Aborda um conjunto de processos que tendem a esbater as diferenças nacionais e regionais na dança, no vestuário, na literatura, na vida.
A sua tese é que tudo o que exige o mínimo de esforço físico e intelectual e acolhe a indiferença moral acaba por se tornar popular.
A sociedade digital acelerou esses processos, e quem hoje escolhe a independência e a originalidade parece ridículo aos olhos daqueles que os novos algoritmos transformam em partículas arrastadas por uma força que os ultrapassa.

A Arte de Conversar ... 6,80€
A. Morellet e Jonathan Swift
96 págs.
Atravessamos uma época em que a conversa, pelo menos a presencial, se torna cada vez mais rara. Daí a importância da arte de conversar, que procura desenvolver modos de partilhar a palavra e encorajar o diálogo.
Houve, no passado, pensadores que procuraram aperfeiçoar esta arte como meio de obter prazer e felicidade. Entre eles, estão certamente Jonathan Swift e André Morellet.
Qualquer um de nós se reconhece nos principais «vícios» que, segundo eles, perturbam a conversa, como a desatenção, o hábito de interromper, falar ao mesmo tempo que outros, a pressa em mostrar-se inteligente ou engraçado, o espírito da contradição, a disputa inútil e as conversas particulares que se substituem à geral.
Outros «vícios», em tempos mais recentes, vieram juntar-se a estes, como ligar a televisão às refeições ou usar o telemóvel a qualquer momento.

Sobre o Sentimento de Imortalidade na Juventude ... 4,80€
William Hazlitt
40 págs.
Neste ensaio, William Hazlitt explora a imortalidade não como existência física eterna, mas como sentimento juvenil de possibilidades ilimitadas e tempo infinito, em que a morte e a velhice são conceitos abstratos, praticamente destituídos de sentido. O autor descreve como a força, a energia e a esperança dos jovens criam uma sensação subjetiva de eternidade, permitindo-lhes viver uma vida encantada; e como, à medida que envelhecemos, esse sentimento é substituído por uma compreensão mais subtil da passagem do tempo e da inevitável realidade da morte.

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ID: 667089702

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Duarte

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Esteve online ontem às 20:45

Publicado 10 de junho de 2026

Ensaios SINGULARES STEFAN ZWEIG - SIMONE WEIL- R. MUSIL- P. VALÉRY- J. SWIFT

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