Particular
Descrição
Livro de 1906 No Agonizar da Monarchia
Livro Raro
Autor - Eduardo Metzner
(Envio Incluido Por Correio Normal)
nasceu em Lisboa, foi aluno (nº 2753) da Casa Pia, jornalista, monárquico, libertário, boémio, revolucionário comunista [integrou a I Comissão Organizadora do Constituição do PCP, em Dezembro de 1920, com Manuel Ribeiro, campos Lima, Carlos Rates, António Peixe, entre outros, bem como fez parte dos Corpos Directivos do PCP, em Outubro de 1921, na sua Comissão Geral de Educação e Propaganda], iconoclasta, poeta – não necessariamente por esta ordem. Morreu com 33 anos, no Hospital de S. José, vítima da tuberculose, da cadaverização da vida, do pequeno mundo, uma vida de poesia, revolta e privações.
Eduardo Metzner colaborou em diversos periódicos, como o jornal “A Revolta” (1909; foi seu director e proprietário), “A Pátria” (1921) e publicou prosa e versos talentosos: “O Agonizar da Monarquia” (1906, “Os Deportados” (1906), “Seditiosa Verbat” (1907), “A República é uma mentira: resposta ao opúsculo de Bernardino Machado ‘Só a República é verdade” (1908), “Herodes” (1910), “Falperra de Gorro Phrygio” (1912), “Panfletos Revolucionários” (1912), “Os Bárbaros do Norte” (1915), “Camões morto de fome; ao sr. Teóphilo Braga …” (s.d.), “A verdade acerca da revolução russa” (1919), “Diamantes negros” (Poemas, 1925, ed. póstuma)
Eduardo Metzner, para quem “a morte é uma noite de noivado” [E.M. dixit] está biografado por Gabriel Rui Silva.
Capa com falhas e manchas.
Entrego em mão em Aveiro, no envio por correio portes incluidos em correio normal.
Livro Raro
Autor - Eduardo Metzner
(Envio Incluido Por Correio Normal)
nasceu em Lisboa, foi aluno (nº 2753) da Casa Pia, jornalista, monárquico, libertário, boémio, revolucionário comunista [integrou a I Comissão Organizadora do Constituição do PCP, em Dezembro de 1920, com Manuel Ribeiro, campos Lima, Carlos Rates, António Peixe, entre outros, bem como fez parte dos Corpos Directivos do PCP, em Outubro de 1921, na sua Comissão Geral de Educação e Propaganda], iconoclasta, poeta – não necessariamente por esta ordem. Morreu com 33 anos, no Hospital de S. José, vítima da tuberculose, da cadaverização da vida, do pequeno mundo, uma vida de poesia, revolta e privações.
Eduardo Metzner colaborou em diversos periódicos, como o jornal “A Revolta” (1909; foi seu director e proprietário), “A Pátria” (1921) e publicou prosa e versos talentosos: “O Agonizar da Monarquia” (1906, “Os Deportados” (1906), “Seditiosa Verbat” (1907), “A República é uma mentira: resposta ao opúsculo de Bernardino Machado ‘Só a República é verdade” (1908), “Herodes” (1910), “Falperra de Gorro Phrygio” (1912), “Panfletos Revolucionários” (1912), “Os Bárbaros do Norte” (1915), “Camões morto de fome; ao sr. Teóphilo Braga …” (s.d.), “A verdade acerca da revolução russa” (1919), “Diamantes negros” (Poemas, 1925, ed. póstuma)
Eduardo Metzner, para quem “a morte é uma noite de noivado” [E.M. dixit] está biografado por Gabriel Rui Silva.
Capa com falhas e manchas.
Entrego em mão em Aveiro, no envio por correio portes incluidos em correio normal.
ID: 673061479
Publicado 26 de agosto de 2026
Livro de 1906 No Agonizar da Monarchia -Livro Raro ( Eduardo Metzner)- (Envio Por CTT Incluido)
15 €
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