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Descrição
Autor: Adriano Miranda, Cristina Nogueira, Egídio Santos, Isabel Nogueira, Maria Alice Samara, Paulo Pimenta, Vanessa de Almeida
N.º de páginas: 232
Ano de edição: 2021
Peso: 1 566 g
De que é feito um partido?
Nos 100 anos do Partido Comunista Português revisitamos a sua história através de 100 objectos e das suas histórias.
Como olhar de uma forma diferente para o período de 1921 a 2021? O que poderíamos trazer de novo a uma história que se edifica com uma panóplia de fontes, com diversas análises e ainda memórias? Uma história que não acabou, que se constrói diariamente do Partido que se afirma de futuro.
A ideia partiu de um objeto comum: uma caixa de fósforos. Qual a importância de uma caixa de fósforos numa casa clandestina? Um xadrez feito com pão na prisão. Para jogar a dois ou a um? Mas também uma chave igual a tantas outras, como igual é aquela mala que serviu para transportar documentos. E aquela pedra? Porque foi guardada? Foi usada num ataque a um Centro de Trabalho. Todos estes objetos são pensados em relação à escala do corpo, à escala humana. Implicam uma relação táctil com o seu possuidor. É preciso relembrar as mãos que os manusearam, que os utilizaram, que os guardaram. Assim, convocamos a memória e a voz para narrar a biografia de objetos. Que, tal como as pessoas, têm uma história de vida.
São objetos comuns guardados por militantes. Que contam a sua experiência pessoal inserida num colectivo, num fio de vozes e de vontades que se constrói há 100 anos.
N.º de páginas: 232
Ano de edição: 2021
Peso: 1 566 g
De que é feito um partido?
Nos 100 anos do Partido Comunista Português revisitamos a sua história através de 100 objectos e das suas histórias.
Como olhar de uma forma diferente para o período de 1921 a 2021? O que poderíamos trazer de novo a uma história que se edifica com uma panóplia de fontes, com diversas análises e ainda memórias? Uma história que não acabou, que se constrói diariamente do Partido que se afirma de futuro.
A ideia partiu de um objeto comum: uma caixa de fósforos. Qual a importância de uma caixa de fósforos numa casa clandestina? Um xadrez feito com pão na prisão. Para jogar a dois ou a um? Mas também uma chave igual a tantas outras, como igual é aquela mala que serviu para transportar documentos. E aquela pedra? Porque foi guardada? Foi usada num ataque a um Centro de Trabalho. Todos estes objetos são pensados em relação à escala do corpo, à escala humana. Implicam uma relação táctil com o seu possuidor. É preciso relembrar as mãos que os manusearam, que os utilizaram, que os guardaram. Assim, convocamos a memória e a voz para narrar a biografia de objetos. Que, tal como as pessoas, têm uma história de vida.
São objetos comuns guardados por militantes. Que contam a sua experiência pessoal inserida num colectivo, num fio de vozes e de vontades que se constrói há 100 anos.
ID: 669458271
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Publicado 11 de outubro de 2026
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