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Tipo: Portugal
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«Até finais de Novembro de 1973 (cinco meses antes do golpe de Estado que viria a ter repercussões profundas em Portugal, incluindo a sua redução territorial ao rectângulo europeu), nenhum sector significativo da sociedade portuguesa julgava possível o derrube próximo, pela força das armas, do regime do Estado Novo, incluindo os líderes dos dois principais partidos oposicionistas, Álvaro Cunhal e Mário Soares. Circunstâncias externas e, nomeadamente, de natureza interna levaram à aceleração do processo contestatário a partir de meados de Janeiro de 1974, que foram dissecadas ao longo deste livro. Mas julgo dever salientar que foi o denominado espírito de Bissau, isto é, a solidariedade dos oficiais da Guiné com o então General Spínola e a sua frustração em relação a Marcello Caetano pela não autorização das negociações com o PAIGC, patrocinadas pelo Presidente Senghor, que conduziu à falhada tentativa do 16 de Março, desencadeada na sequência da demissão dos Generais Costa Gomes e António de Spínola, dois dias antes. Foi assim provocada a antecipação do golpe, previsto para o Verão pelo Movimento dos Capitães, para as vésperas do 1.º de Maio.»
Manuel Amaro Bernardo, falecido em 2024, era um oficial reformado do Exército Português que, desde 1977, passou a fazer investigação sobre a História Contemporânea mais recente, tendo publicado onze livros até 2021.
Pertenceu ao Movimento dos Capitães em Moçambique, e em Lisboa, quando colocado na Academia Militar, em Janeiro de 1974. Quando solicitado, apoiou o pessoal da Academia Militar envolvido no golpe de 16 de Março de 1974.[1]
Participou na Guerra Colonial Portuguesa, de 1961 a 1973, e reformou-se no posto de Coronel de Infantaria, em 2004.
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«Até finais de Novembro de 1973 (cinco meses antes do golpe de Estado que viria a ter repercussões profundas em Portugal, incluindo a sua redução territorial ao rectângulo europeu), nenhum sector significativo da sociedade portuguesa julgava possível o derrube próximo, pela força das armas, do regime do Estado Novo, incluindo os líderes dos dois principais partidos oposicionistas, Álvaro Cunhal e Mário Soares. Circunstâncias externas e, nomeadamente, de natureza interna levaram à aceleração do processo contestatário a partir de meados de Janeiro de 1974, que foram dissecadas ao longo deste livro. Mas julgo dever salientar que foi o denominado espírito de Bissau, isto é, a solidariedade dos oficiais da Guiné com o então General Spínola e a sua frustração em relação a Marcello Caetano pela não autorização das negociações com o PAIGC, patrocinadas pelo Presidente Senghor, que conduziu à falhada tentativa do 16 de Março, desencadeada na sequência da demissão dos Generais Costa Gomes e António de Spínola, dois dias antes. Foi assim provocada a antecipação do golpe, previsto para o Verão pelo Movimento dos Capitães, para as vésperas do 1.º de Maio.»
Manuel Amaro Bernardo, falecido em 2024, era um oficial reformado do Exército Português que, desde 1977, passou a fazer investigação sobre a História Contemporânea mais recente, tendo publicado onze livros até 2021.
Pertenceu ao Movimento dos Capitães em Moçambique, e em Lisboa, quando colocado na Academia Militar, em Janeiro de 1974. Quando solicitado, apoiou o pessoal da Academia Militar envolvido no golpe de 16 de Março de 1974.[1]
Participou na Guerra Colonial Portuguesa, de 1961 a 1973, e reformou-se no posto de Coronel de Infantaria, em 2004.
ID: 667661818
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Publicado 21 de fevereiro de 2026
Marcello e Spínola: a Ruptura, Manuel A. Bernardo, portes incl.
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