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Tipo: Crónicas
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Descrição
O Alferes Dr. José Carlos Ferreira de Almeida, H. Veiga de Macedo, Edição do Círculo de Estudos Alfredo Pimenta, 1964, 14 páginas
Discurso pronunciado na Sessão da Assembleia Nacional de 13 de Fevereiro de 1964
ultramar.terraweb.biz/JoseCarlosGodinhoFerreiradeAlmeida_MMeritoMilitar_3Classe.htm
O Alferes Dr. José Carlos Godinho Ferreira de Almeida (1936–1961) foi um oficial miliciano de Cavalaria do Exército Português e licenciado em Direito, celebrizado por ter sido um dos primeiros oficiais a morrer em combate no início da Guerra do Ultramar, na Guiné. A sua morte prematura em serviço militar tornou-se um símbolo patriótico amplamente evocado pelo regime do Estado Novo no início dos anos 60. O património familiar deu origem à Fundação José Carlos Godinho Ferreira de Almeida, sediada na Guarda, que atua na área da solidariedade social.
«V.ª Ex.ª, Sr. Presidente, lembra-se bem. Foi precisamente há três anos. A Portela de Sacavém abriu-se, e com ela a nossa mágoa profunda, para acolher as asas que trouxeram da nossa Guiné, envoltos na bandeira das quinas, os restos mortais de um jovem oficial caído ao serviço da Pátria com aquele ardor esclarecido e inabalável próprio da sua alma de eleição. Depois deles, muitos outros, em combate ou em serviço, na defesa do território nacional tombaram para sempre, vítimas da criminosa guerra que nos é movida no estrangeiro. Evoquemos a memória sagrada de todos eles e saibamos com a nossa presença ativva nesta luta pela sobrevivência de Portugal merecer de quantos por ele se sacrificaram e sacrificam. Assumamos as pesadas responsabilidades da hora presente, a fim de que possamos viver e sobreviver a unidade e perenidade da Pátria.
Discurso pronunciado na Sessão da Assembleia Nacional de 13 de Fevereiro de 1964
ultramar.terraweb.biz/JoseCarlosGodinhoFerreiradeAlmeida_MMeritoMilitar_3Classe.htm
O Alferes Dr. José Carlos Godinho Ferreira de Almeida (1936–1961) foi um oficial miliciano de Cavalaria do Exército Português e licenciado em Direito, celebrizado por ter sido um dos primeiros oficiais a morrer em combate no início da Guerra do Ultramar, na Guiné. A sua morte prematura em serviço militar tornou-se um símbolo patriótico amplamente evocado pelo regime do Estado Novo no início dos anos 60. O património familiar deu origem à Fundação José Carlos Godinho Ferreira de Almeida, sediada na Guarda, que atua na área da solidariedade social.
«V.ª Ex.ª, Sr. Presidente, lembra-se bem. Foi precisamente há três anos. A Portela de Sacavém abriu-se, e com ela a nossa mágoa profunda, para acolher as asas que trouxeram da nossa Guiné, envoltos na bandeira das quinas, os restos mortais de um jovem oficial caído ao serviço da Pátria com aquele ardor esclarecido e inabalável próprio da sua alma de eleição. Depois deles, muitos outros, em combate ou em serviço, na defesa do território nacional tombaram para sempre, vítimas da criminosa guerra que nos é movida no estrangeiro. Evoquemos a memória sagrada de todos eles e saibamos com a nossa presença ativva nesta luta pela sobrevivência de Portugal merecer de quantos por ele se sacrificaram e sacrificam. Assumamos as pesadas responsabilidades da hora presente, a fim de que possamos viver e sobreviver a unidade e perenidade da Pátria.
ID: 671407500
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Publicado 05 de julho de 2026
O Alferes Dr. José Carlos Ferreira de Almeida, H. Veiga de Macedo
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