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Tipo: Portugal
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Descrição
"O Antigo Regime e a Revolução"
Memórias Políticas 1941a 1975
de Diogo Freitas do Amaral
4ª Edição de 1995
Bertrand/Nomen
Coleção Ensaios e Documentos Nº 17
542 Páginas
Ilustrado em extratexto
Em Portugal há pouco o costume de os políticos escreverem as suas «memórias» E é pena que assim seja. Porque há factos ou interpretações que só ficam completos, e colocados no seu verdadeiro lugar, se aqueles que os viveram por dentro, ou que a eles assistiram de perto, contarem como as coisas efetivamente se passaram. Por isso, há muito que eu tinha decidido escrever as minhas Memórias Políticas. O facto de o fazer agora não significa que tenha decidido encerrar de vez as minhas atividades políticas. Aproveitei uma pausa para escrever. Redigi este primeiro livro de Memórias porque senti prazer nisso e só esta razão chegaria. Mas houve uma outra, igualmente importante. Quis o destino que eu presenciasse de perto os últimos anos do Estado Novo e participasse pessoalmente nos primeiros anos do 25 de Abril. É eu sentia que muitas das coisas que então se passaram só eu as poderia contar; outras podiam ser contadas por outras pessoas, mas não me consta que tenham a intenção de o fazer. Fiquei, assim, fiel depositário de um pequeno tesouro, cheio de factos e vivências que interessam muito fortemente à História de Portugal do século XX. Estas Memórias representam a abertura desse tesouro e a doação que faço do seu recheio a todos os meus concidadãos.
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Diogo Freitas do Amaral foi uma figura nacional, conhecido como professor de Direito, político e escritor.
Nascido na Póvoa de Varzim, de família vimaranense, em 21 de julho de 1941, doutorou-se em 1967 e ascendeu a catedrático em 1984. Como fundador e primeiro presidente do CDS, foi um dos líderes dos quatro principais partidos políticos da Democracia portuguesa, em 1974 e anos seguintes. Foi conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Primeiro Ministro interino, Ministro dos Negócios Estrangeiros (2 vezes) e Ministro da Defesa Nacional. No plano internacional, foi presidente da UEDC União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e presidente da Assembleia Geral da ONU (1995-96). De regresso a Portugal, foi co fundador e primeiro diretor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Faleceu a 3 de outubro de 2019 e o País homenageou-o com honras militares, num reconhecimento sentido a um dos pais da Democracia portuguesa.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
Memórias Políticas 1941a 1975
de Diogo Freitas do Amaral
4ª Edição de 1995
Bertrand/Nomen
Coleção Ensaios e Documentos Nº 17
542 Páginas
Ilustrado em extratexto
Em Portugal há pouco o costume de os políticos escreverem as suas «memórias» E é pena que assim seja. Porque há factos ou interpretações que só ficam completos, e colocados no seu verdadeiro lugar, se aqueles que os viveram por dentro, ou que a eles assistiram de perto, contarem como as coisas efetivamente se passaram. Por isso, há muito que eu tinha decidido escrever as minhas Memórias Políticas. O facto de o fazer agora não significa que tenha decidido encerrar de vez as minhas atividades políticas. Aproveitei uma pausa para escrever. Redigi este primeiro livro de Memórias porque senti prazer nisso e só esta razão chegaria. Mas houve uma outra, igualmente importante. Quis o destino que eu presenciasse de perto os últimos anos do Estado Novo e participasse pessoalmente nos primeiros anos do 25 de Abril. É eu sentia que muitas das coisas que então se passaram só eu as poderia contar; outras podiam ser contadas por outras pessoas, mas não me consta que tenham a intenção de o fazer. Fiquei, assim, fiel depositário de um pequeno tesouro, cheio de factos e vivências que interessam muito fortemente à História de Portugal do século XX. Estas Memórias representam a abertura desse tesouro e a doação que faço do seu recheio a todos os meus concidadãos.
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Diogo Freitas do Amaral foi uma figura nacional, conhecido como professor de Direito, político e escritor.
Nascido na Póvoa de Varzim, de família vimaranense, em 21 de julho de 1941, doutorou-se em 1967 e ascendeu a catedrático em 1984. Como fundador e primeiro presidente do CDS, foi um dos líderes dos quatro principais partidos políticos da Democracia portuguesa, em 1974 e anos seguintes. Foi conselheiro de Estado, Vice-Primeiro-Ministro, Primeiro Ministro interino, Ministro dos Negócios Estrangeiros (2 vezes) e Ministro da Defesa Nacional. No plano internacional, foi presidente da UEDC União Europeia das Democracias Cristãs (1981-83) e presidente da Assembleia Geral da ONU (1995-96). De regresso a Portugal, foi co fundador e primeiro diretor da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Faleceu a 3 de outubro de 2019 e o País homenageou-o com honras militares, num reconhecimento sentido a um dos pais da Democracia portuguesa.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
ID: 668708739
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Publicado 10 de junho de 2026
"O Antigo Regime e a Revolução" de Diogo Freitas do Amaral -4ª Ed 1995
12 €
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