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"O Distúrbio de Stress Pós-Traumático" por Adriano Vaz Serra
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Vale & Vale Edições (2003)

Sumário. Prefácio. I. - O que é um acontecimento traumático. Introdução. Diferenças entre as situações que não induzem stress e as que o determinam. Os acontecimentos traumáticos. a) - O que é um acontecimento traumático b) - Tipos de acontecimentos traumáticos. Acidentes graves. Agressão criminosa. Exposição a situações de combate no decurso da vida militar. Agressão sexual. Abuso sexual infantil. Abuso físico ou negligência grave na infância. Ser raptado, feito prisioneiro de guerra, torturado ou obrigado a deslocação forçada devido a condições de guerra. Testemunhar ou tomar conhecimento de acontecimentos traumáticos c) - As notícias sobre os acontecimentos traumáticos d) - A prevalência da exposição a acontecimentos traumáticos. II - A relevância de certos tipos de acontecimentos traumáticos: Desastres naturais. Violência interpessoal: na infância e adolescência, na vida adulta, no indivíduo idoso. Situações de guerra e de abuso de direitos humanos. III - Quadros clínicos pós-traumáticos. Quadros clínicos que podem surgir após a exposição a um acontecimento traumático. Tipos de quadros clínicos: reacção aguda de stress, distúrbio de stress pós-traumático, reacção de ajustamento, reacção depressiva breve, reacção depressiva prolongada, reacção mista de ansiedade e depressão, reacção com um transtorno predominante de outras emoções, reacção com um transtorno predominante do comportamento, reacção com um transtorno misto de emoções e de comportamento, reacção com o predomínio de outros sintomas específicos: transtornos psicóticos. IV - O que é um Distúrbio de Stress Pós-Traumático. Um olhar de relance sobre a história. O que é um Distúrbio de Stress Pós-Traumático. A prevalência do Distúrbio de Stress Pós-Traumático: estudos na população em geral, situações de vitimização psicológica no local de trabalho, prevalência em situações de combate e cativeiro, prevalência em situações que não envolvem violência interpessoal. Distúrbio de Stress Pós-Traumático: um modelo integrador. V - Factores de risco e protectores. Factores de risco de um Distúrbio de Stress Pós-Traumático: Porque se devem admitir factores de risco? - Condições facilitadoras de risco: aspectos sócio-demográficos, factores de risco relacionados com a pessoa, factores de risco relacionados com o acontecimento. Comentários finais sobre os factores de risco relacionados com o acontecimento. Factores de risco após o acontecimento. Factores protectores de um Distúrbio de Stress Pós-Traumático. Apoio social. A resiliência do indivíduo como factor protector. VI. - Diagnóstico do Distúrbio de Stress Pós-Traumático. Diagnóstico do Distúrbio de Stress Pós-Traumático: o Distúrbio de Stress Pós-Traumático no adulto, o Distúrbio de Stress Pós-Traumático na criança e no adolescente. Diagnóstico diferencial: fobia específica, distúrbio de ansiedade generalizada, distúrbio de pânico, distúrbio obsessivo-compulsivo, depressão, transtornos de ajustamento, fobia social, distúrbio agudo de stress. VII. Comorbilidade. Comorbilidade psiquiátrica: risco de suicídio, abuso de drogas, transtornos do afecto, transtornos mediados pela ansiedade. Presença de doença física. VIII - Avaliação da gravidade de um Distúrbio de Stress Pós-Traumático. O confronto com um acontecimento traumático. Como se avalia o impacto de um acontecimento traumático? A incapacidade determinada por um Distúrbio de Stress Pós-Traumático. IX. Prognóstico, evolução e curso: prognóstico, evolução e curso, o Distúrbio de Stress Pós-Traumático Complexo. X. As bases biológicas do Distúrbio de Stress Pós-Traumático. A importância dos fenómenos neurobiológicos. Técnicas imagiológicas para o estudo das estruturas e do funcionamento do cérebro. Considerações metodológicas. Alterações estruturais do cérebro. Modificações funcionais do cérebro. Resposta biológica normal perante o stress. Comportamento do eixo hipotálamo-hipófiso-suprarenal. Comportamento do eixo simpático-medular. Neurotransmissores. Os neurotransmissores no decurso do stress. Os neurotransmissores no decurso do Distúrbio de Stress Pós-Traumático. Implicações dos fenómenos neurobiológicos no uso de psicofármacos. XI. O tratamento do Distúrbio de Stress Pós-Traumático. Como se podem impedir as consequências de um trauma? O uso do Debriefing como medida preventiva. Etapas do tratamento: 1 - Educação da vítima. 2 - Intervenções psicoterapêuticas. 2.1 - Terapia cognitivo-comportamental. 2.2 - Terapia cognitiva. 2.3 - Outro tipo de intervenções. 3 - Intervenções psicofarmacológicas. Apoio social. XII. Crescimento psicológico após um trauma. Formas de reagir perante as situações adversas. Possibilidade de crescimento psicológico após um trauma: mudança positiva no relacionamento interpessoal, um maior apreço pela vida, abertura a novas possibilidades de viver, desenvolvimento espiritual, maior sentido de força pessoal. Compreender como acontece o crescimento pós-traumático. Apêndice. A Escala de Auto-avaliação do Distúrbio de Stress Pós-Traumático da "Associação Americana dos Distúrbios de Ansiedade".
ID: 656183458

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Publicado 01 de junho de 2026

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