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Descrição
"Os Idólatras"
de Maria Judite de Carvalho
1ª Edição de 1969
PRELO Editora
150 Páginas
Maria Judite de Carvalho situa-se na primeira, linha dos escritores que nos anos 60 experimentaram ousadas formas de contar. Com uma naturalidade absoluta, num tom ora céptico, ora desencantado, vai-nos mostrando um mundo de gente que se rende à indiferença e ao silêncio.
Este livro é um conjunto de contos (13) onde o cenário pode ser associado à ficção cientifica, pois o mais das vezes se passam no futuro. É uma FC mais ligada a interiorização do que a tecnologia. Muito na linha de Orwell em 1984 e Aldous Huxley no admirável mundo novo.
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MARIA JUDITE DE CARVALHO nasceu em Lisboa a 18 de Setembro de 1921 e faleceu em 1998. Estreou-se com o livro de contos Tanta Gente, Mariana (1959) e foi galardoada com o Prémio Camilo Castelo Branco pela colectânea As Palavras Poupadas (1961). Além de contos, publicou romances e crónicas, cultivando também o jornalismo. Na sua obra reflecte-se o dramatismo da solidão do mundo urbano, onde há muita gente e pouca alma. Publicou Paisagem Sem Barcos (1965), Os Armários Vazios (1966), Flores ao Telefone (1968), Os Idólatras (1969), Tempo das Mercês (1973), A Janela Fingida (1975), O Homem no Arame (1976), Além do Quadro (1983), Seta Despedida (1995), A Flor que Havia na Água Parada (1998) e Havemos de Rir? (1998). Reuniu parte das suas crónicas em Este Tempo (1992) e Diário de Emília Bravo (2002, póstumo). Foi condecorada pela Presidência da República com o Grande-Oficialato da Ordem do Infante D. Henrique, em 1992 e recebeu, a título póstumo, o Prémio Vergílio Ferreira, pelo conjunto da sua obra, em 1998.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COM ASSINATURA DE POSSE
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
de Maria Judite de Carvalho
1ª Edição de 1969
PRELO Editora
150 Páginas
Maria Judite de Carvalho situa-se na primeira, linha dos escritores que nos anos 60 experimentaram ousadas formas de contar. Com uma naturalidade absoluta, num tom ora céptico, ora desencantado, vai-nos mostrando um mundo de gente que se rende à indiferença e ao silêncio.
Este livro é um conjunto de contos (13) onde o cenário pode ser associado à ficção cientifica, pois o mais das vezes se passam no futuro. É uma FC mais ligada a interiorização do que a tecnologia. Muito na linha de Orwell em 1984 e Aldous Huxley no admirável mundo novo.
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MARIA JUDITE DE CARVALHO nasceu em Lisboa a 18 de Setembro de 1921 e faleceu em 1998. Estreou-se com o livro de contos Tanta Gente, Mariana (1959) e foi galardoada com o Prémio Camilo Castelo Branco pela colectânea As Palavras Poupadas (1961). Além de contos, publicou romances e crónicas, cultivando também o jornalismo. Na sua obra reflecte-se o dramatismo da solidão do mundo urbano, onde há muita gente e pouca alma. Publicou Paisagem Sem Barcos (1965), Os Armários Vazios (1966), Flores ao Telefone (1968), Os Idólatras (1969), Tempo das Mercês (1973), A Janela Fingida (1975), O Homem no Arame (1976), Além do Quadro (1983), Seta Despedida (1995), A Flor que Havia na Água Parada (1998) e Havemos de Rir? (1998). Reuniu parte das suas crónicas em Este Tempo (1992) e Diário de Emília Bravo (2002, póstumo). Foi condecorada pela Presidência da República com o Grande-Oficialato da Ordem do Infante D. Henrique, em 1992 e recebeu, a título póstumo, o Prémio Vergílio Ferreira, pelo conjunto da sua obra, em 1998.
ESGOTADO NAS LIVRARIAS
COM ASSINATURA DE POSSE
BOM ESTADO - PORTES GRÁTIS
ID: 669250875
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Publicado 10 de junho de 2026
"Os Idólatras" de Maria Judite de Carvalho - 1ª Edição de 1969
10 €
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