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Portugal Amordaçado
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Tipo: Portugal

Descrição

Portugal Amordaçado
Depoimento sobre os anos do fascismo.
Mário Soares
Para venda - ¢20
.
“O livro que agora se publica, pela primeira vez, em edição integral portuguesa, foi escrito durante o ano de 1971, quando me encontrava no exílio em Itália e em França, e editado em versão francesa encurtada pela Calmann-Levy, em Abril de 72, sob o título «Le Portugal Baillonné». Trata-se fundamentalmente de um depoimento despretensioso sobre os anos do fascismo e sobre a luta «indomada e indomável» dos democratas, tal como eu a senti e vivi a partir principalmente dos anos distantes de 42 em que nela comecei a participar. Não se trata, pois, de um trabalho de história, nem de uma análise sociológica ou política aprofundada de uma situação que tão longamente persistiu em Portugal; trata-se antes, de um depoimento vivido, escrito a quente, no exílio, com a intenção de contribuir, embora modestamente, para a luta geral que então travavam contra a ditadura caetanista, todos os antifascistas anteriores ao 25 de Abril.” in Prefácio da edição portuguesa
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Escrito no exílio esta obra autobiográfica e política relata a repressão, a guerra colonial e defende a democracia, sendo um marco na luta contra o fascismo em Portugal. O livro foi proibido em Portugal até ao 25 de Abril de 1974

Pontos-chave sobre o livro:
Contexto: Escrito durante o exílio de Soares (68//71) e publicado inicialmente em França em 72.

Conteúdo: Oferece um depoimento sobre o fascismo, retratando o período desde a década de 1940 até ao Marcelismo.

Objetivos: Defendia a democracia, a descolonização e a integração europeia, alinhando-se com os ideais que viriam a marcar o 25 de Abril.

A obra é considerada uma das mais importantes sobre o regime de Salazar, destacando a coragem e lucidez de Mário Soares

Sobre o autor:
Político e ex-presidente da República, Mário Alberto Nobre Lopes Soares nasceu em 1924 e faleceu em 2017. Oriundo de uma família com tradições políticas republicanas liberais, participou ativamente, desde a juventude, em atividades políticas contra o Estado Novo, o que lhe acarretou a passagem pelas prisões da polícia política e o exílio, primeiro em S. Tomé e depois em França, onde o 25 de abril de 1974 o encontraria.

Advogado, defendeu em tribunais plenários numerosos opositores do regime, tendo-se destacado como representante da família Delgado nas investigações sobre as circunstâncias e responsabilidades da morte do "General sem Medo". Oposicionista declarado, apresentou-se como candidato em atos eleitorais consentidos pelo regime, nunca sendo, obviamente, eleito.

Dirigente da Acção Socialista Portuguesa, é um dos fundadores do Partido Socialista (1973), de que será o primeiro secretário-geral. Após o levantamento dos capitães em 1974, regressa prontamente a Portugal, ocupando a pasta dos Negócios Estrangeiros, passando a ser responsável pelo estabelecimento de relações diplomáticas com diversos países do mundo e pelas negociações que levariam à independência das colónias portuguesas.

No plano da política interna, destaca-se principalmente pela oposição à influência política e social de comunistas e partidos de extrema-esquerda, combatendo, não só o peso daqueles dentro das instituições militares e no aparelho de Estado, mas também a proposta de unicidade sindical.

Será primeiro-ministro de três governos constitucionais, assumindo o poder sempre em situações de grande gravidade (instabilidade resultante do PREC, crise financeira, etc.), governando ora com o apoio exclusivo do seu partido ora em coligação, consoante a relação de forças estabelecida no Parlamento. Será o segundo presidente da República eleito democraticamente após o restabelecimento da democracia, cumprindo dois mandatos sucessivos entre 1986 e 1996, durante os quais se empenhou repetidamente, quer na dinamização das relações externas, quer na auscultação das aspirações e reclamações populares, através de "presidências abertas" que o levaram a percorrer praticamente todo o território nacional. Quando saiu de Belém não regressou às fileiras do partido em cuja fundação teve significativo papel. No seu discurso de despedida ao povo português, deixou claramente expresso o desejo de se afastar definitivamente da política ("política nunca mais") e de se dedicar a outras atividades, particularmente à escrita. Em 1998 recebeu um convite da ONU, para chefiar uma missão de informação à Argélia, reunindo várias personalidades escolhidas por Kofi Annan. O objetivo desta missão foi observar a situação vivida neste país através do contacto com organizações políticas, representantes de jornais e visitas a vários locais.
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Edição - Arcádia.
Ano - (Lisboa. 1974). - 1° edição
Dimensões - 13,5x20 cm
Páginas - 728
Çapa - Mole
Estado de conservação - Bom
ID: 669479515

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Esteve online ontem às 23:17

Publicado 26 de março de 2026

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