Particular
Tipo: Clássicos
Descrição
Prefácio: Alexandre Pinheiro Torres.
Obra póstuma de Manuel Mendes, embora anunciada anos antes da sua morte prematura, ocorrida em 1969. tinha o autor juvenilissimos sessenta e três de idade, que é prematuro sempre o passamento daqueles que se encontram vivos num país que, mesmo depois do movimento que em 1974 abalou as bases do fascismo, se encontra ainda pletórico de mortos-em-pé e de fantasmas-do-passado, alguns dos quais agora em travesti de esquerda para cómodo e proveitoso disfarce.
Manuel Mendes é um escritor esquecido. É largamente o destino daqueles que, em profundo, se interessaram pelas condições em que vegetavam e vão vegetando as mais vastas camadas da população de um pals sertanejo como ele gostava de dizer. Manuel Mendes morreu sem que ninguém Ihe reconhecesse talento especial Não foi um inovador. Não pertencia às vanguardas. Nem as venerou nem se sabujou perante elas. Não andou a regar-lhes o canteiro. Quem se lembra dele? Nós que Ihe lemos os livros, nós os mais velhos, ou seja aqueles que ainda ficaram com o habito de ler livros"
Alexandre Pinheiro Torres in
prefácio
Ramalho Ortigão
Soares dos Reis
Camilo Castelo Branco
Columbano Bordalo Pinheiro
Raul Brandão
Aquilino Ribeiro
Afonso Duarte
Alfredo Brochado
Carlos Amaro
Gualdino Gomes
Manuel Guimarães
Mário Eloy
Rocha Martins
Edição de 1977
Obra póstuma de Manuel Mendes, embora anunciada anos antes da sua morte prematura, ocorrida em 1969. tinha o autor juvenilissimos sessenta e três de idade, que é prematuro sempre o passamento daqueles que se encontram vivos num país que, mesmo depois do movimento que em 1974 abalou as bases do fascismo, se encontra ainda pletórico de mortos-em-pé e de fantasmas-do-passado, alguns dos quais agora em travesti de esquerda para cómodo e proveitoso disfarce.
Manuel Mendes é um escritor esquecido. É largamente o destino daqueles que, em profundo, se interessaram pelas condições em que vegetavam e vão vegetando as mais vastas camadas da população de um pals sertanejo como ele gostava de dizer. Manuel Mendes morreu sem que ninguém Ihe reconhecesse talento especial Não foi um inovador. Não pertencia às vanguardas. Nem as venerou nem se sabujou perante elas. Não andou a regar-lhes o canteiro. Quem se lembra dele? Nós que Ihe lemos os livros, nós os mais velhos, ou seja aqueles que ainda ficaram com o habito de ler livros"
Alexandre Pinheiro Torres in
prefácio
Ramalho Ortigão
Soares dos Reis
Camilo Castelo Branco
Columbano Bordalo Pinheiro
Raul Brandão
Aquilino Ribeiro
Afonso Duarte
Alfredo Brochado
Carlos Amaro
Gualdino Gomes
Manuel Guimarães
Mário Eloy
Rocha Martins
Edição de 1977
ID: 664750747
Contactar anunciante
Publicado 08 de março de 2026
Retratos de Alguns Portugueses
6 €
Utilizador
Localização